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Nossos tempos estão cada vez mais voláteis. Conceitos, percepções e valores parecem se desmanchar e se recompor a todo momento numa velocidade quase incontrolável. Em 2015, na mostra individual Volatilismos,  este tema já fazia parte de alguns desenhos e pinturas onde as linhas tinham papel fundamental para se conferir um certo estado de volatilidade e suspensão às formas. A partir de 2022, a pesquisa voltou-se para novas experimentações sobre papéis e telas, procurando relações entre  o tempo, a memória e os gestos. E em muitas delas, usando fenômenos voláteis, como o derretimento e a evaporação de pedras

de gelo e até mesmo a transição da luz sobre os espaços. Estas e outras conexões têm sido cada vez

mais o foco da pesquisa no ateliê

e em grupos coletivos de estudos.

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